sábado, 16 de outubro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Só me resta essa SAUDADE!!!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010



Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.
- O que você nunca vai saber - Verônica H.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vontade de escrever, tanta coisa se passando aqui dentro, e não consigo colocar esse turbilhão para fora. Páro, escuto uma música que não me lembre de nada, canto bem alto, na sequência uma que me remeta ao começo de tudo isso. Revejo tudo, me vejo por fora, depois revivo vivendo tudo novamente. Começo as lembranças quando tudo isso era apenas uma idéia remota e já me dava um medo.
De repente vem a agústia, de que não posso mas retroceder, seria uma forma de me deixar imóvel perante tudo...
Não consigo te fazer lembrar de como eu me recordo de tudo...
"Falta tanta coisa na minha janela
Como uma praia
Falta tanta coisa na memória
Como o rosto dele
Falta tanto tempo no relógio
Quanto uma semana
Sobra tanta falta de paciência
Que me desespero
Sobram tantas meias-verdades
Que guardo pra mim mesmo
Sobram tantos medos
Que nem me protejo mais
Sobra tanto espaço
Dentro do abraço
Falta tanta coisa pra dizer
Que nunca consigo "
Coragem, eu me pergunto quando a falta dela se torna covardia, quando o medo impede de enxergar determinadas coisas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

“Mas ela gosta de colecionar segredos. Coisas grandes, que ela guarda dentro de uma caixinha. É doce,doce, extremamente doce, tão doce. E ela fica ali, mastigando alegrias.”



Caio Fernando Abreu