Dói, ter que pensar em você toda vez que me dirijo até ele, no trajeto penso nos momentos que vivemos juntos, quando vou chegando mais perto os ruins se aproximam, até me sentir extremamente sozinha denovo não só em relação à você, mas também a todo o sentimento que tinha ou ainda tenho por você... mas se por um tempo consigo refletir melhor é uma dor que de tão acostumada a incomodar, hoje acomodou. Então quando chego até ele me esvazio de você e consigo relaxar meus pensamentos, levo meu copo vazio desde então e quase paro de te mandar mensagem...
sexta-feira, 22 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Rosa de Saron - Hoje Muitos Choram
"Ainda à beira-mar, os olhos na direção do horizonte, mas pousados em algo que somente eu podia ver, senti que, naquele instante, o meu coração me pedia apenas para eu desistir. Desistir da ilusão a qual eu me apegava, embora já lhe conhecesse a fragilidade. Desistir da expectativa sempre acompanhada da frustração que ela envolvia. Desistir de tentar entupir aquele espaço vazio com tantas coisas incapazes de preenchê-lo. Desistir de manter aberta aquela ferida até que pudesse ser curada pelo remédio que, por tanto tempo, elegi ser o único capaz de curá-la. Não, aquele remédio que aguardei que viesse não viria mais. Não viria nunca. A possibilidade disponível de cura viria somente da minha aceitação. Do meu desapego. Do meu autopreenchimento. Naquele instante, aceitei o pedido: eu escolhi desistir. Escolhi sair daquela dor. Ainda não sabia exatamente como fazê-lo. Mas estava confiante de que, de alguma forma, eu aprenderia.
O mar já havia me levado vários anéis, mas foi a primeira vez que o mar me levou uma ilusão. A ferida, eu sabia, demoraria um pouquinho para cicatrizar, como acontece com todas elas, as do corpo e as da alma, mesmo quando param de doer. Naquele dia, entre tantas emoções, experimentei uma terna gratidão pela perspectiva de cura e pela capacidade que a vida tem de se renovar, mesmo quando passa um bocado de tempo doendo. (…)
O mar já havia me levado vários anéis, mas foi a primeira vez que o mar me levou uma ilusão. A ferida, eu sabia, demoraria um pouquinho para cicatrizar, como acontece com todas elas, as do corpo e as da alma, mesmo quando param de doer. Naquele dia, entre tantas emoções, experimentei uma terna gratidão pela perspectiva de cura e pela capacidade que a vida tem de se renovar, mesmo quando passa um bocado de tempo doendo. (…)
— O dia em que o mar me levou uma ilusão - Ana Jácomo"
domingo, 10 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Já acreditei em bicho-papão, em monstro, em homem do saco, em bruxa. Já acreditei em sapo, em príncipe encantado, em alma gêmea, em amor eterno. Hoje eu acredito apenas na verdade. É que acho que cada um tem um jeito de ser e de amar e não podemos lutar contra isso. Não dá pra passar a vida toda idealizando, querendo trocar o outro, sonhando, com o pé na nuvem e o coração na mão.
Se eu gosto, gosto como você é, mesmo que você seja chato de vez em quando. Se eu quero, quero mesmo, mesmo que todos digam para não querer. Ainda acho, perdoe o romance barato, que existem amores que duram toda a vida. São raros, mas existem.
Tem gente que insiste e quer ver aquele amor que nem existe durar pra sempre. A gente tem que enxergar as coisas como elas são: algumas coisas duram, outras não. E se a gente quer que dure deve cuidar para que isso aconteça. As relações andam vazias demais, quase superficiais. As relações andam com grades, as pessoas viraram prisioneiras. O amor tem que ser livre. Para amar você precisa respirar. Junto, é claro. Mas primeiro separado. Você vem antes, o outro depois. E isso não é egoísmo, é necessidade.
Ontem assisti "Amor & outras drogas". Ri, chorei, solucei. À primeira vista, é mais um filme bobinho, desses que eu gosto, desses que a gente vê para passar o tempo e rir um pouquinho. Mas ele traz uma grande e surpreendente questão: até onde a gente vai por alguém? Até onde a gente vai por amor? Que coisas você abre mão para ficar com o outro? É realmente necessário abrir mão de algo?
O dilema gira em torno da mocinha, que tem a doença de Parkinson. É uma raridade, afinal ela é nova e cheia de vida. E quem tem Parkinson acaba perdendo o domínio do próprio corpo, já que é uma doença degenerativa e progressiva do sistema nervoso central. A mocinha, sabendo de sua condição, não quer se envolver com ninguém. O mocinho se encanta pela mocinha e quer ficar com ela, mas coloca na balança tudo que pode acabar perdendo com essa relação. O mocinho, dividido, presta atenção na frase que um senhor mais experiente diz "essa doença vai levar embora tudo que você gosta nela". E explica que no futuro ela não vai conseguir se vestir sozinha, tomar banho, comer, limpar a bunda. Vale lembrar que o mocinho nunca tinha se apaixonado por ninguém.
Não é fácil uma situação dessas. Acho que você tem que amar muito uma pessoa para conseguir passar por isso. Então eu penso: o que a gente leva dessa vida de verdade? Existe um sentimento mais importante que o amor? É claro que eu me amo, mas se isso acontecesse eu cairia fora? Não, não cairia. O amor é o sentimento mais forte que existe. E é mais forte inclusive que qualquer doença. Se amo alguém eu consigo superar. Se amo alguém nem vou me perguntar se consigo superar. Se amo alguém vou cuidar dessa pessoa com todo amor que tenho.
Sei que falar é simples, viver a situação é outra história. Mas jamais abandonaria a pessoa que amo por ela estar passando por uma situação difícil ou por ter uma doença. Lembrei da frase do mocinho no filme, que achei linda e chorei feito criança: "Você conhece milhares de pessoas, e nenhuma delas toca fundo você. Aí você conhece uma pessoa especial, e sua vida muda para sempre."
Clarissa Corrêa.
p.S: Se você conseguiu seguir adiante,é porque ainda não foi tocado o suficiente para dizer que amou, você ainda não sabe o significado de amor. Não me venha falar que já viveu mais do que eu. Cada um só sabe do chão que pisa, dos meus caminhos só eu sei, não existem comparações, só marcas, rastros, deixados... Não venha me falar que sabe o que é amor...
sexta-feira, 1 de julho de 2011
No pienses que olvido lo que me ha dado tu querer
lo llevo conmigo, así me puedo sentir bien
pero es que hay algo más, que a simple vista no se ve
no se ve...
pero siento que hay en mí algo que está cambiando.
Que más quisiera yo, que ser feliz y darte amor
Siempre hay algo mas, que a simple vista no se ve
Pero siento que hay en mí algo que está cambiando
no se ve...
pero siento que hay en mí algo que está cambiando
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