Tenho aprendido a não me culpar quando errar, se não for possível reparar o erro, fazer o que está a meu alcance, pedir perdão e seguir em frente. Os erros nos mostra que nem sempre estamos com a razão, e ter a razão sempre é tão chato, enfadonho. Não quero ser a dona da verdade e nem usar mentiras em minhas desculpas. Quero aprender a ser humilde, o levantar de cada queda, a saber ouvir um não. Tenho criado uma espécie de conformismo dentro de mim, o que não é pra ser, não será, mas não é por isso que não deva ser feliz, ou me fechar para outras oportunidas. E me conformando começo a dormir, ter um sono leve, limpar a gaveta das expectativas que não serão correspondidas e começar a encher das que serão. É assim que vejo o fluxo da vida, a possibilidade de renovação mesmo na dor. E diante dessa renovação começo a esvaziar meu peito, para quem sabe enchê-lo denovo.
Essa música mais uma vez postada aqui, reflete o que começo a sentir. Sinto que começo a me despedir de uma forma mais leve, uma espécie de saudade que começa a acomodar e não incomodar, para depois ir...