quarta-feira, 3 de outubro de 2007

derbravar a si! Desbravar-se!


Por mais que digamos que não ligamos pros demais algo sempre láaaa no fundo nos incomoda. Me incomoda saber , digamos, que n sentem minha falta, ou já que não me fazem falta no dia-a-dia, porque me fazem nessas horas em que volto meu olhar.
Me incomoda os que "partiram" do meu mundo, que participaram de forma tão intensa dele! (um incomodo meio que mágoa, tem pessoas que partem de você e partem seu coração e isso dói! )


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Hoje me sinto uma expectadora do que já vivi, somente observo, de longe, a rotatividade alheia. É como se tudo estivesse com vida ao meu retor e eu inerte à tudo e todos. Alheia ao movimento , ambiente e pessoas!

Tem momentos que a gente tenta, e consegue as vezes, se permitir e criar um mundo só nosso, como se estivessemos construindo apenas , sem que ninguém pudesse intervir, algo nosso.

Um momento que você dedica a si. Exclui tudo aquilo que pudesse interferir em sua evolução momentanea.

O ato de ficar só, sempre me assustou muito, me amedrontava ter a idéia de me fazer companhia. Achava que não seria capaz de sozinha me fazer feliz. E estava errada...

Tem pessoas que nos fazem mal, conseguimos reconhecer isso, e não somos capazes de desopilar delas. Sempre nos preocupamos com pensamentos alheios. Que coisa mais sacal, ficar tentando adivinhar o que os outros pensam. Isso, essa insegurança, impede de dar um passo maior, o verdadeiro passo para frente. Mas as vezes me pego olhando para trás e me precupando sem necessidade. Mas isso é o que me companhia tenta me mostrar, que caminhar sozinha não é um bicho de sete cabeças, é um dos maiores passos para a auto-descoberta, é como se estivéssemos desbravando nossos "lugares" mais íntimos.

Um comentário:

Karol F. disse...

é..
me identifico muito contigo.
to mo paia esses dias.
parabens! tu escreve muito bem fe!
;**