segunda-feira, 28 de abril de 2008


Não se abandona nada quando está na desordem. Não vou embora daqui, vou seguir, te proteger. Mas antes disso quero dizer que também me sinto cansada, por tentar fazer ele seguir em frente, por sempre está alertando ela para vida, por ter que mostrar que não podemos ser frágeis diante de tudo. Dizer também, que não sou essa fortaleza o tempo todo, que preciso de colo vezemquando, de um cafuné até conseguir dormir e de uma ligação no final da tarde para saber como eu estou.Mas agora não vou te dizer nada, vou tentar continuar o que venho sendo, o não da minha mãe, o sim do meu pai, as rédeas do meu irmão, e o alerta da minha irmã. Por assim dizer, o pilar de vocês.Mas isso cansa, gera insônia e solidão.

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