terça-feira, 1 de junho de 2010

Acordei com um aperto sufocante no peito. Mas sem conseguir decifrá-lo logo. Fico me questionando o que nossos silêncios repentinos querem me dizer. Não quero jogos de ameaças veladas, caladas. Me precipito, e me impulsiono a te perguntar, Qual a sua pespectiva perante a mim?

2 comentários:

Anônimo disse...

Pespectivas por vezes nos confundem meio as expectativas?

Fernanda Pacheco disse...

Sem expectativas... Andando distraída apenas. Distraídos venceremos!!!!