A gente sempre acha que com o que já passou não se erra mais, até que nos vemos dentro de toda a ciranda cometendo erros. Novos erros, mas que fazem parecer o mesmo que já cometeu. Quem é impulsiva entende o que estou falando. Não pensamos, agimos, e o resultado quase nunca agada. Resta o conformismo quando a tempestade que seu impulso frenético gerou. As vezes o nosso impulso nos responde algo que nem sempre queríamos saber, mas dizem que é melhor se terminar quando se está apenas começando. E me pergunto, quando é o tempo suficiente para se medir a quantidade de afeto sentido pelo outro? Um mês, dois?
Queremos o perdão do outro achando que aquilo é o reflexo do seu perdão. Mas não é. Você precisa se perdoar, antes de tudo. Erro acontece de variados tipos, o erro por impulso, pela inércia, por não saber usar os detalhes do cotidiano a nosso favor. Erros. Eu cometi um erro, mas,
Sem mais, impulso, ponto final, e auto-controle. Só posso desejar isso a mim, mas,
não sai da minha cabeça o seu perdão que nunca vou ter, e , talvez, o meu também.
Por impulso, descontrolada, te espantei e afastei. Por impulso e ansiedade te quis puxar de volta a mim. Talvez um dia você que seja o arrependido por ter pensado demais!
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