quarta-feira, 5 de junho de 2013
Já me despedi inúmeras vezes de você. Hoje mesmo você apareceu, estava com aquela aparência antiga, da qual tenho mais apego, o olhar já não era o de antes. Você agradecia e fugia. É como se eu fosse uma parte dolorosa da sua vida, servi para te ajudar e fortalecer, mas seria muito desconfortável me manter por perto e te fazer lembrar tudo percorrido. Me sinto a espada que ajudou o samurai a vencer a batalha e hoje é um enfeite na parede. Desculpa, você nunca foi bom em metáforas. E assim você foi... E assim nunca existiu nem sequer o que poderia existir. Pois das suas batalhas nós entendemos bem, mas das minhas só eu entendo.
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