domingo, 13 de junho de 2010

O não cobrar e o não esperar se tornam tão válidos quando conseguimos!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Para uma grande amiga!

Quando a gente resolve finalmente enxergar que a vida não é apenas o que lemos nos contos da carochinha (assim que escreve?). Percebemos que apoio não é algo que podemos cobrar, apoio é algo que brota quando não esperamos. Apoio chega sozinho, vem por si só, sem cobranças, ele não chega carregado de lamentações, ele simplesmente vai chegar. E cabe a nós estarmos preparados para recebê-lo. Enquanto ele não chega, nos deparamos com o infinito de mundo que nos deixa tontos, percebemos que estamos sozinhos. Nessa hora temos que saber, aprender, a enfrentar o mundo, desfrutar da nossa própria companhia, e colocar para fora nossas frustrações, não internalizar muito nossas dores. Quando alimentamos mágoas por muito tempo nos tornamos tão menores, pessoas tão carregadas, que nossos sorrisos tornam falsos. Por isso além de ter que saber receber o apoio sem pedir, saiba "externalizar" suas frustrações, mágoas. Grite, pinte, escreva, tome um banho de mar, assista à um por do sol, beije, faça amor, encontre o amor, renove o amor, coma um chocolate, saia sozinha,dirija,chore muito  e alivie a dor,  enfim, saiba encontrar a sua muleta, porque quando você realmente percerber, você conseguiu apoiar-se, apoiar a si. E encontrará um sentido para tudo, e ficará bem mais leve. Prometo.
Ah... hoje acordei com uma vontade danada de ler um livro específico, sabe quando vivemos algo e sabemos que vamos ler com um olhar diferente. A gente não banha no mesmo rio duas vezes, é mais ou menos como esse filósofo diz, Heráclito, se não me engano. O livro se chama Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres, conta a história de Lóri que conhece Ulisses, certamente mais experiente, professor de filosofia, e se apaixonam. Lembro que tem uma parte que eles estão no clube algo do tipo, e lembro como eu adorava ler esse livro. Mas hoje só consegui alguns trechos pela internet!


"Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras. Sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calmo e perdôo logo. Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre. Sou paciente mas profundamente colérico, como a maioria dos pacientes. As pessoas nunca me irritam mesmo, certamente porque eu as perdôo de antemão. Gosto muito das pessoas por egoísmo: é que elas se parecem no fundo comigo. Nunca esqueço uma ofensa, o que é uma verdade, mas como pode ser verdade, se as ofensas saem de minha cabeça como se nunca nela tivessem entrado? Tenho uma paz profunda, continuou ele, somente porque ela é profunda e não pode ser sequer atingida por mim mesmo. Se fosse alcançável por mim, eu não teria um minuto de paz."



"Nós ainda somos moços, podemos perder algum tempo sem perder a vida inteira. Mas olhe para todos ao seu redor e veja o que temos feito de nós e a isso considerado vitória nossa de cada dia. Não temos amado, acima de todas as coisas. Não temos aceito o que não se entende porque não queremos passar por tolos. Temos amontoado coisas e seguranças por não nos termos um ao outro. Não temos nenhuma alegria que já não tenha sido catalogada. Temos construído catedrais, e ficado do lado de fora pois as catedrais que nós mesmos construímos, tememos que sejam armadilhas. Não nos temos entregue a nós mesmos, pois isso seria o começo de uma vida larga e nós a tememos. Temos evitado cair de joelhos diante do primeiro de nós que por amor diga: tens medo. Temos organizado associações e clubes sorridentes onde se serve com ou sem soda. Temos procurado nos salvar mas sem usar a palavra salvação para não nos envergonharmos de ser inocentes. Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios. Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa. Falar no que realmente importa é considerado uma gafe. Não temos adorado por termos a sensata mesquinhez de nos lembrarmos a tempo dos falsos deuses. Não temos sido puros e ingênuos para não rirmos de nós mesmos e para que no fim do dia possamos dizer "pelo menos não fui tolo" e assim não ficarmos perplexos antes de apagar a luz. Temos sorrido em público do que não sorriríamos quando ficássemos sozinhos. Temos chamado de fraqueza a nossa candura. Temo-nos temido um ao outro, acima de tudo. E a tudo isso consideramos a vitória nossa de cada dia."

terça-feira, 8 de junho de 2010

"depois de todas as tempestades e naufrágios o que fica de mim em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro"

domingo, 6 de junho de 2010

"E ela não passava de uma mulher... inconstante e borboleta."

sábado, 5 de junho de 2010

Surpresas. Tem algo mais apaixonante do que surpresas? Aquelas que fazem seu coração disparar, a respiração sumir por alguns instantes. Você fica tímida por um momento e depois aquela contentação, alegria, euforia. E é assim, surpresas fazem você se sentir especial, lembrada. Surpresas definitivamenteme conquistam, me preenchem, me faz sentir...
É mágico!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Acordei com um aperto sufocante no peito. Mas sem conseguir decifrá-lo logo. Fico me questionando o que nossos silêncios repentinos querem me dizer. Não quero jogos de ameaças veladas, caladas. Me precipito, e me impulsiono a te perguntar, Qual a sua pespectiva perante a mim?