Aquele casal que a gente foi nunca vai deixar de
Existir... Mesmo quando vc estiver amando
Alguém... É como se eu tivesse um vestido e o emprestasse para uma "amiga" e ele fica muito melhor nela!!!! Mesmo que ela suje o vestido, ele continua melhor nela! Talvez seja assim vcs dois... Deixo
Ela usar meu vestido, cuidando
Muito bem dele... Tudo é transitório, mesmo com problemas é possível ser feliz... Fizemos tantas promessas, planos, coisas nossas que já não
Nos cabem mais, pois hoje "nós" parece uma palavra não adequada para nos juntarmos denovo... Hoje existem tantas expectativas para um nós que não Nos cabe mais... Será se existirão lembranças futuras quando o passado se tornar incrivelmente distante??? Por que o seu sentimento não foi proporcional a vontade de estar comigo?! Será se realmente existiu algum sentimento pela minha pessoa, ou o que sentiu foi uma Espécie de idealismo sentimental sobre relacionamentos?! Ou existia o sentimento, mas não o suficiente para você ser capaz de assumir a responsabilidade de se relacionar, ou mimado demais pelos pais para ter alguém que te ame, mas que Não acatasse com tudo que você queria?! Ou eu precisava de carinho, mas isso é algo que vc sempre estava acostumado a receber e nunca a oferecer... Não vou entender, pois fala que precisa me esquecer, e também fala "mas nunca diga nunca" em relaçáo ã nós dois...também fala que você já passou muito por isso e sabe que esquecer alguém é fácil, basta a distância física e o auto-controle para não Ir atrás. Para quantas mulheres Disse que amava?! Nenhuma? Somente sua mãe, sussurrou em meu ouvido e não escutei?! Será se o que sentiu por outras foi sofrimento, ou um ego triste por um não?! Posso estar errada, mas acho q ainda não se permitiu viver um amor completamente, sabe quando você deixa ser levado pelo sentimento, sem medos, sem freios!!! Intenso! Sem pensar se aquilo irá doer depois... O Amor mafagafo
Dói ate quando ele é recíproco, pois sempre queremos, as vezes até exigimos ,que o outro demonstre de uma forma ou de outra que nos ama! Mas o que o Amor nos
Pede é a coragem... De bater no Peito e Mesmo sentindo um
Medo danado querer assumir o risco! Assumir a responsabilidade e deixar que o Mundo alheio nos amadureça e nos torne uma pessoa melhor....o amor é isso, o balançar juntos em
Uma rede abraçados sendo embalados pelo cheiro da
Sintonia!!!!!
terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Era um amor manso, feito banho no mar no final da tarde. Era um amor complicado, feito maré enfurecida pelo seu medo de se entregar. Era amor, é amor. Difícil é saber colocar todo o amor para fora e esperar ele evaporar. Sempre achei que depois que sofre uma vez por amor, não se sofre mais. Queria estar completamente enganada. Fica o frio na barriga quando acorda, a falta insana no travesseiro, um número a menos no telefone, e o olhar distante. Erramos feio, quebramos silêncio, discutimos sob efeito da ira.Mas acredito no poder de regeneração do amor. As vezes queremos jogar nossas frustrações amorosas em nossos pais, quem dera. Não tenho frustração, pelo contrário, se vejo fazendo algo igual tento modificar, se penso que meu relacionamento está indo na mesma direção que o deles foi, respiro e vejo que cada relacionamento tem a sua forma, e um não pode jogar no outro esses tipos de frustrações familiares. Amar, é sentir falta no dia a dia, é discutir já pensando na forma de reconciliação, é acordar com a pessoa toda descabelada e com a cara amassada e agradecer a Deus pelo presente. Amar é o contrário de temer. Quem ama não tem medo do ridículo, de extrapolar nas demonstrações, de falar o que sente a cada momento. Quem ama não só cuida, mas respeita, se coloca no lugar do outro. O que é o amor? nunca soube colocar em palavras, somente em sensações. Não falo de "borboletas no estômago" ou tremor toda vez que olha para pessoa, mas falo na vontade de compartilhar seu mundo com outro, vontade de somar um e um e esperar somente um como resultado. Amar, desamar, amar, construir, se auto conhecer... Sou eterna apaixonada por esse sentimento, mesmo diante de decepções, não vou parar nunca de querer senti-lo. Não tenho vergonha de quando amar, não saber a medida para sentir, chorar, pedir, estar perto. Tenho vergonha se eu não lutasse pelo que sinto, ou não chorasse , ou querer deixar o orgulho dominar o sentimento mais lindo que existe dentro de mim. No amor não existe medidas, grau de escala, existe a vontade e essa é inimiga do medo.
Um capítulo, ou um livro inteiro pode estar sendo encerrado hoje. Mas a esperança de começar um novo, não.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
"Entre pernas, passos e tropeços a gente vai deixando algumas coisas pelo caminho e encontrando outras… O que não pode é se subtrair. O processo tem que ser de acréscimo, sempre. Nada é tão definitivo assim e a gente nunca é, a gente está…
Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre.
Que o medo não tenha tanto poder sobre nós… E que não fiquemos condicionados por experiências anteriores - há sempre uma oportunidade de surpresa, mas teremos que estar abertos a isso. Nada é tão definitivo."Sempre digo que quem se aprofunda nas coisas, quem mergulha, sabe exatamente o gosto que tem o alimento cru porque não se contenta com o que está pronto, posto sobre a mesa. A gente vai experimentando aqui e acolá, vai sentindo o ritmo, o tempo, tendo cuidado com algumas coisas e desrespeitando as placas de aviso de perigo de outras. A gente cai, levanta, chora, celebra. A gente vive. A gente se conhece através das reações dos outros a nós mesmos. A gente se trabalha ou estagna, regride ou evolui. A escolha é sempre nossa. Tal como as consequências. A gente resolve se entregar quando é tarde pra descobrir que pra respeitar o nosso próprio tempo, é preciso lembrar e ter o mesmo respeito pelo tempo do outro. E que muitas vezes, pra ser honesto, é preciso se correr um risco o qual não queremos. Mas a gente corre.
Marla de Queiroz
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
A gente sempre acha que com o que já passou não se erra mais, até que nos vemos dentro de toda a ciranda cometendo erros. Novos erros, mas que fazem parecer o mesmo que já cometeu. Quem é impulsiva entende o que estou falando. Não pensamos, agimos, e o resultado quase nunca agada. Resta o conformismo quando a tempestade que seu impulso frenético gerou. As vezes o nosso impulso nos responde algo que nem sempre queríamos saber, mas dizem que é melhor se terminar quando se está apenas começando. E me pergunto, quando é o tempo suficiente para se medir a quantidade de afeto sentido pelo outro? Um mês, dois?
Queremos o perdão do outro achando que aquilo é o reflexo do seu perdão. Mas não é. Você precisa se perdoar, antes de tudo. Erro acontece de variados tipos, o erro por impulso, pela inércia, por não saber usar os detalhes do cotidiano a nosso favor. Erros. Eu cometi um erro, mas,
Sem mais, impulso, ponto final, e auto-controle. Só posso desejar isso a mim, mas,
não sai da minha cabeça o seu perdão que nunca vou ter, e , talvez, o meu também.
Por impulso, descontrolada, te espantei e afastei. Por impulso e ansiedade te quis puxar de volta a mim. Talvez um dia você que seja o arrependido por ter pensado demais!
Consideração
Já tinha um mês e resolvi ir nessa festa com cara de festa que você vai. Toda pessoa de cabelo cheio que entrava eu achava que era você. Assim como acho quando estou na rua, no supermercado, na fila do cinema, dormindo. Virei uma caçadora de pessoas cacheadas. Virei uma caçadora de você em todas as pessoas. Então você chegou na festa. E eu apenas sorri e sorri e sorri. Porque era isso. Eu queria te ver apenas. A dor numa caixinha embaixo dos meus pés e eu mais alta pra poder te abraçar sem dor, perto da sua nuca e por um segundo.
Eu te acho bonito de formas tão variadas e profundas e insuportáveis. Eu vejo você parecendo um leãozinho no fundo da festa. Suando e analisando. O rei escondido escolhendo a presa que não vai atacar. Com sua eterna tristeza cheia de piadas afiadas. Suas facas afiadas de graças para defender as tristezas que nadam baixas nos seus olhos de quem não quer fazer mal. Mas faz. Seus olhos. Em volta um riozinho melancólico e no centro o sol feliz e novinho chegando. E tudo isso vem forte como um soco de buquê de flores de aço no meu estômago. E eu quero ir até você e te dizer que eu sei que você desmaia quando faz exame de sangue. E como eu gosto de você por isso. E como eu queria tirar todo meu sangue em pé pra você jamais cair. E como eu gosto de você por causa do e-mail que você mandou pro seu amigo com problemas. Como gosto quando você lembra de alguém e precisa demonstrar naquela hora porque tem medo da frieza das suas distrações. Suas listas de culturas e atenções.
Os vasinhos. Os vasinhos coloridos da cozinha me matam. A história do milagre que te salvou da queda da estante. Você arrepiado falando em anjos. Essas suas delicadezas em detalhes dormem e acordam comigo. Acariciam e perfuram meu peito vinte e quatro horas por dia. Uma saudade dos mil anos que passamos, ou das três semanas. A loucura de gostar tanto pra tão pouco ou simplesmente a loucura de tanto acabar assim. Fora tudo o que guardei de você, me restou a consideração que você guardou por mim. Sua ligação depois, quando me encontra. Sua mão estendida. Sua lamentação pela vida como ela é. Sua gentileza disfarçada de vergonha por não gostar mais de mim. A maneira que você tem de pedir perdão por ser mais um cara que parte assim que rouba um coração. Você é o mocinho que se desculpa pelo próprio bandido. Finjo que aceito suas considerações mas é apenas pra ter novamente o segundo. Como o segundo do meu nariz na sua nuca quando consigo, por um segundo, te abraçar sem dor. O segundo do seu nome na tela do meu celular.
O segundo da sua voz do outro lado como se fosse possível começar tudo de novo e eu charmosa e você me fazendo rir e tudo o que poderia ser. O segundo em que suspiro e digo alô e sinto o cheiro da sua sala. Então aceito a sua enorme consideração pequena, responsável, curta, cortante. Aceito você de longe. Aceito suas costas indo. Aceito o último cacho virando a esquina. O último fio preso no pé da minha cama. Não é que aceito. Quem gosta assim não come migalhas porque é melhor do que nada, come porque as migalhas já constituem o nó que ficou na garganta. Seus pedaços estão colados na gosma entalada de tudo o que acabou em todas as instâncias menos nos meus suspiros. Não se digere amor, não se cospe amor, amor é o engasgo que a gente disfarça sorrindo de dor. Aceito sua consideração de carinho no topo da minha cabeça, seu dedilhar de dedos nos meus ombros, seu tchauzinho do bem partindo para algo que não me leva junto e nunca mais levará, seu beijinho profundo de perdão pela falta de profundidade. Aceito apenas porque toda a lama, toda a raiva, todo o nojo e toda a indignação se calam para ver você passar.
Tati Bernardi.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
"No céu estrelado
Eu me perco
Com os pés na terra
Vagando entre os astros
Nada me move
Nem me faz parar
Eu me perco
Com os pés na terra
Vagando entre os astros
Nada me move
Nem me faz parar
A não ser
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor"
A vontade de te encontrar
E o motivo eu ja nem sei
Nem que seja só para estar
Ao teu lado só pra ler
No teu rosto
Uma mensagem de amor"
Mafagafinho especial apareceu e me fez sentir novamente viva, com surpresas e cheio de detalhes. E aos poucos, mas com tamanha intensidade foi me conquistando... E acho que vai conquistar ainda mais... <3
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